Ocorrências da Sessão (13ª Sessão Ordinária de 2026 da 1ª Sessão Legislativa da 10ª Legislatura)
Vereador Valmi da Manchete (Presidente): Inicialmente elogiou o projeto, mas, diante do debate, decidiu suspender a votação para realizar alterações no texto. Sugeriu a inclusão de nomes geográficos como o Rio Jacó e o Rio Água Boa, marcando a nova votação para o dia 13 de maio de 2026, data que chamou de "dia da libertação dos escravos".
Vereador Elias: Pronunciou-se como representante da comunidade evangélica, que compõe cerca de 30% da população local. Sugeriu que o hino, em sua terceira estrofe, faça menção ao "Criador", a "Deus" ou a "Jesus", para que o símbolo municipal contemple também a fé evangélica e não se restrinja à menção ao padroeiro Santo Antônio. Defendeu que essa alteração traria um sentimento de maior pertencimento a esse segmento da sociedade.
Vereador Adailton Pereira da Costa (Relator da CCJ): Defendeu o trabalho técnico realizado pelas comissões, afirmando que o projeto foi analisado e não fere a legislação. Declarou que, do ponto de vista da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), o parecer favorável deve ser mantido, pois o texto é legal e constitucional, não havendo necessidade de a comissão realizar alterações ou ser convocada para modificar o que já está juridicamente correto.
Vereador João Marcos Rezende (Autor): Demonstrou profunda indignação e vergonha pelo fato de as críticas surgirem apenas no momento da votação, uma vez que o projeto tramitou nas comissões desde fevereiro. Alertou que a tentativa de incluir todos os rios e detalhes geográficos tornaria o hino extenso e inviável para o aprendizado escolar.
Vereador Antônio Renato: Criticou a profundidade do texto, comparando-o a uma "música de campanha". Defendeu que Marianópolis merece um hino com maior carga emocional e histórica, sugerindo um estudo mais aprofundado com a participação popular.
Vereador José Davi Silva Ribeiro: Questionou a ausência do Rio Boa Esperança na letra, ressaltando sua importância tradicional e geográfica para o município.
Vereadora Elizaine: Manifestou-se favorável ao projeto no início da sessão, mas precisou se retirar antes do encerramento devido a um imprevisto familiar com seu irmão.
Vereadora Cleidiana (Maninha): Além de comentar sobre o projeto, utilizou o espaço para convidar a comunidade para uma blitz de conscientização sobre o feminicídio, organizada pela Secretaria de Assistência Social.
Vereador Luís Jônatas: Na qualidade de presidente da CCJ, confirmou o parecer favorável à legalidade do texto inicial.